{"id":615,"date":"2012-12-21T10:36:00","date_gmt":"2012-12-21T10:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/mutumonline.com\/molwp\/faemg-faz-balanco-do-ano-para-agronegocio-mineiro\/"},"modified":"2012-12-21T10:36:00","modified_gmt":"2012-12-21T10:36:00","slug":"faemg-faz-balanco-do-ano-para-agronegocio-mineiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mutumonline.com\/site\/faemg-faz-balanco-do-ano-para-agronegocio-mineiro\/","title":{"rendered":"FAEMG faz balan\u00e7o do ano para agroneg\u00f3cio mineiro"},"content":{"rendered":"<p>A poucos dias do encerramento de 2012, a avalia\u00e7\u00e3o da FAEMG (Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Minas Gerais) sobre o ano que passou \u00e9 bastante positiva, com alta de 11,4% do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o do Estado, calculado em R$ 26,2 bilh\u00f5es. A agropecu\u00e1ria mineira cresceu 5,7%, ainda que algumas cadeias produtivas tenham passado por maus momentos, com altos custos de produ\u00e7\u00e3o e pre\u00e7os finais pouco compensat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Para o presidente da FAEMG, Roberto Sim\u00f5es, 2012 foi marcado, de forma geral, pelo crescimento de renda para o produtor mineiro, principalmente do setor agr\u00edcola, j\u00e1 que a pecu\u00e1ria continua no negativo para a maioria dos produtos: \u201cA produ\u00e7\u00e3o mineira apresentou crescimento, ainda que com redu\u00e7\u00e3o de \u00e1reas cultivadas; reflexo da tecnologia no campo trazendo resultados importantes, como as safras recordes de gr\u00e3os e de caf\u00e9\u201d.<\/p>\n<p>Levantamento do IBGE mostrou que Minas Gerais conquistou o segundo lugar no ranking nacional do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, relativo a 2011. Com uma contribui\u00e7\u00e3o de 12,7% (R$ 24,8 bilh\u00f5es), o Estado deixou a quarta coloca\u00e7\u00e3o obtida no ano anterior, ficando atr\u00e1s apenas de S\u00e3o Paulo, com 17,7% do total.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia, o estudo indicou que a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola rendeu ao pa\u00eds R$ 195,6 bilh\u00f5es em 2011, crescimento de 27,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Para o fechamento de 2012, indicadores do Minist\u00e9rio da Agricultura apontam para novo recorde do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o das principais culturas agr\u00edcolas, atingindo R$ 235,7 bilh\u00f5es. J\u00e1 para 2013, a perspectiva \u00e9 que esse valor chegue a R$ 291,7 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Roberto Sim\u00f5es lembra que os n\u00fameros s\u00e3o mera proje\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que os dados de 2012 ainda n\u00e3o est\u00e3o fechados, mas a expectativa do setor acompanha o cen\u00e1rio desenhado: \u201c\u00c9 esperado que Minas repita o bom desempenho que nos projetou no ranking do VBP nacional, especialmente gra\u00e7as \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o de diversos produtos em que temos grande participa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>| Lideran\u00e7a \u2013 Minas Gerais tem muito a comemorar: o Estado \u00e9 o maior produtor de caf\u00e9, respondendo por mais da metade do total produzido no Brasil, e o maior produtor de leite do pa\u00eds, com 27,3% do volume nacional, ou cerca de 8,7 bilh\u00f5es de litros\/ano. Minas lidera tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o brasileira de batatas e det\u00e9m o maior plantel nacional de equinos, com cerca de 800 mil animais, tendo sido ber\u00e7o das principais ra\u00e7as. O Estado \u00e9 ainda o segundo maior produtor de alho, sorgo, feij\u00e3o, cana de a\u00e7\u00facar e possui o segundo maior rebanho bovino e de muares. Para completar, ocupa terceira coloca\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de abacaxi, milho, ovos de galinha e de codorna, tomate e laranja. (Veja tabela em anexo)<\/p>\n<p>A produtividade resulta de uma associa\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel entre clima, solo e abastecimento de \u00e1gua, mas o segredo mineiro, para o presidente da FAEMG, Roberto Sim\u00f5es, est\u00e1 na diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria: \u201cMinas Gerais \u00e9 um Estado privilegiado. Como o agroneg\u00f3cio \u00e9 diversificado, quando um produto tem problema, os outros fazem a compensa\u00e7\u00e3o. Onde a monocultura predomina, qualquer varia\u00e7\u00e3o afeta duramente a renda dos produtores e as finan\u00e7as do estado\u201d.<\/p>\n<p>Roberto Sim\u00f5es lembra ainda que outro ponto forte no desenvolvimento do agroneg\u00f3cio mineiro est\u00e1 no acesso \u00e0 tecnologia, incluindo n\u00famero cada vez maior de produtores na agricultura moderna. Isso significa mais investimentos em pesquisa e assist\u00eancia t\u00e9cnica, capacita\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra, irriga\u00e7\u00e3o e acesso a outras t\u00e9cnicas, equipamentos e instrumentos que lhes permitem aumentar a produ\u00e7\u00e3o e a produtividade.<\/p>\n<p>Bom exemplo de avan\u00e7o tecnol\u00f3gico que impulsionar\u00e1 o homem do campo foi o recente lan\u00e7amento do CNA Card; parceria entre FAEMG e IMA. O cart\u00e3o permitir\u00e1 ao produtor rural economizar tempo e dinheiro em consultas a \u00f3rg\u00e3os de defesa agropecu\u00e1ria e emiss\u00e3o de documentos para transporte da produ\u00e7\u00e3o, como a GTA (Guia de Tr\u00e2nsito Animal), eliminando a necessidade de comparecimento \u00e0s reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Com ele, as solicita\u00e7\u00f5es e impress\u00f5es de documentos poder\u00e3o ser feitas pela internet, de qualquer lugar do mundo, a qualquer dia e hor\u00e1rio, proporcionando ao produtor rural um importante ganho de tempo para gerenciar a propriedade.<\/p>\n<p>Resumo de 2012 e proje\u00e7\u00e3o para 2013, por segmento:<\/p>\n<p>Caf\u00e9 \u2013 Para a cafeicultura, a safra foi de ciclo alto em 2012, 16% maior que a anterior. Segundo dados da Conab, dos 50 milh\u00f5es de sacas produzidas no pa\u00eds, 26,63 milh\u00f5es sa\u00edram de Minas Gerais (um incremento de 20,07% em compara\u00e7\u00e3o com a safra mineira anterior). Os pre\u00e7os, que estavam em patamares altos, come\u00e7aram a declinar a partir de maio. Assim, o grande desafio do setor ser\u00e1 recuperar a renda perdida durante o ano.<\/p>\n<p>Para a safra de 2013 \u00e9 esperado ciclo baixo e aumento de consumo do gr\u00e3o no mercado interno, passando de 21 milh\u00f5es de sacas. Para o diretor da FAEMG e presidente das Comiss\u00f5es de Caf\u00e9 da entidade e da CNA, Breno Mesquita, a associa\u00e7\u00e3o entre a oferta menor e pol\u00edticas federais que se fazem necess\u00e1rias, poder\u00e1 ser poss\u00edvel almejar pre\u00e7os melhores.<\/p>\n<p>Acontecimento importante em 2012 \u2013 e que marcar\u00e1 ainda mais o ano que entra \u2013 foi conquistar o maior evento mundial do caf\u00e9 para o Brasil. O encontro da OIC (Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Caf\u00e9) na capital mineira, em setembro, ser\u00e1 comemorativo ao cinquenten\u00e1rio da entidade e reunir\u00e1 produtores e compradores de caf\u00e9 de dezenas de pa\u00edses. O evento contribuir\u00e1 ainda mais para a consolida\u00e7\u00e3o do Estado como produtor de caf\u00e9s de excelentes qualidades.<\/p>\n<p>Leite \u2013 Para a cadeia produtiva do leite, 2012 certamente n\u00e3o deixar\u00e1 saudades. O ano foi marcado por altos custos de produ\u00e7\u00e3o, grande volume de importa\u00e7\u00f5es e queda de pre\u00e7os para o produtor em pleno per\u00edodo de entressafra no Centro-Sul.<\/p>\n<p>\u00c9 esperado cen\u00e1rio bastante melhor no ano que entra, a come\u00e7ar pela expectativa de redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o mundial e menores estoques, sobretudo nos Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia. Caso a proje\u00e7\u00e3o se confirme, os produtores poder\u00e3o comemorar o aumento dos pre\u00e7os internacionais e diminui\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es brasileiras. \u201cSe, a este cen\u00e1rio, somar-se ainda uma pol\u00edtica cambial adequada, o Brasil poder\u00e1 at\u00e9 mesmo ter condi\u00e7\u00f5es de sair da posi\u00e7\u00e3o de grande importador e tornar-se exportador mais uma vez\u201d, acredita o diretor da FAEMG e presidente das Comiss\u00f5es de Pecu\u00e1ria de Leite da entidade e da CNA, Rodrigo Alvim. Ele lembra, no entanto, que a concretiza\u00e7\u00e3o deste cen\u00e1rio depender\u00e1 ainda de pol\u00edticas de defesa comercial; em especial a prorroga\u00e7\u00e3o de medidas antidumping e do acordo com a Argentina.<\/p>\n<p>Outra boa not\u00edcia aguardada pelo setor ser\u00e1 realidade logo no in\u00edcio de 2013. O Programa Produ\u00e7\u00e3o de Leite de Qualidade, parceria entre Senar e Sebrae, chegar\u00e1 ao campo em janeiro, garantindo mais competitividade para a produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p>Gr\u00e3os \u2013 O ano termina com safra recorde de gr\u00e3os em Minas Gerais, total de 12 milh\u00f5es de toneladas. O mercado viveu forte movimenta\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios problemas clim\u00e1ticos ao longo do ano, na Am\u00e9rica Latina, com as secas no Brasil, Argentina e Paraguai e no hemisf\u00e9rio Norte, com a quebra de safra nos EUA, R\u00fassia e outros pa\u00edses. \u201cCen\u00e1rio pouco comum na economia, para os gr\u00e3os 2012 foi de pre\u00e7os altos mesmo com grande oferta, j\u00e1 que a demanda foi ainda maior\u201d, explica o presidente da FAEMG.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os das commodities, sobretudo milho e soja, atingiram valores recordes no mercado interno e internacional. Bons resultados na exporta\u00e7\u00e3o de ambos os gr\u00e3os mantiveram a balan\u00e7a do agroneg\u00f3cio crescendo ao longo do ano, mesmo com o cen\u00e1rio de crise. O feij\u00e3o, outra cultura importante, tamb\u00e9m sofreu em 2012 os efeitos do clima, dos pre\u00e7os e das importa\u00e7\u00f5es. A China descobriu o mercado brasileiro e vem investindo fortemente na exporta\u00e7\u00e3o para nosso pa\u00eds, concorr\u00eancia que pode, em breve, representar um grande problema para a produ\u00e7\u00e3o nacional, sobretudo para o pequeno produtor.<\/p>\n<p>De forma geral, 2013 deve refletir o ano vivido pelo setor de gr\u00e3os, com pre\u00e7os um pouco menores, mas ainda muito acima da m\u00e9dia, principalmente para milho e soja. O mau momento da economia mundial deve limitar a expans\u00e3o de pre\u00e7os e mercados. Novas oscila\u00e7\u00f5es podem decorrer de altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ou da crise econ\u00f4mica mas, a princ\u00edpio, a expectativa \u00e9 de nova safra recorde. Minas deve colher, em 2013, cerca de 3,3 milh\u00f5es de toneladas de soja, volume 8,6% superior ao registrado no ano passado, segundo levantamento feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<\/p>\n<p>A proje\u00e7\u00e3o para a renda da soja em 2012 \u00e9 de aumento de 19,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, para R$ 68,7 bilh\u00f5es, segundo dados do Minist\u00e9rio da Agricultura. O estudo aponta ainda para expressivo aumento de 52% previsto para o valor da produ\u00e7\u00e3o da soja no pr\u00f3ximo ano, estimado em R$ 104,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Carnes \u2013 A press\u00e3o dos custos foi fator fundamental para um ano muito complicado para o segmento das carnes, em especial para aves e su\u00ednos, cuja alimenta\u00e7\u00e3o depende do milho e da soja. Outro problema enfrentado pelo setor foi a imposi\u00e7\u00e3o de barreiras em mercados como R\u00fassia e \u00c1frica do Sul, que restringiram as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras; j\u00e1 prejudicadas pela crise econ\u00f4mica. O mercado interno n\u00e3o foi suficiente para compensar os problemas do mercado internacional.<\/p>\n<p>Assim, uma prioridade para o setor em 2013 deve ser a negocia\u00e7\u00e3o das restri\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00f5es. O Brasil precisa se organizar para atender as exig\u00eancias e evitar que novas barreiras sejam levantadas, especialmente aquelas com fins protecionistas. A melhoria dos indicadores mundiais poderia dar alento ao setor, uma vez que os custos de produ\u00e7\u00e3o continuar\u00e3o pressionados pelos pre\u00e7os dos gr\u00e3os ainda acima da m\u00e9dia.<\/p>\n<p>Cana-de-a\u00e7\u00facar \u2013 O ano foi muito positivo para a cana-de-a\u00e7\u00facar, com relativa recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o para o produtor (fornecedor de usina), al\u00e9m de crescimento da produtividade (6,9%) e da produ\u00e7\u00e3o (3,9%), que atingiu a marca de 52,2 milh\u00f5es de toneladas, segundo dados da Conab para Minas Gerais. O cen\u00e1rio resultou em aumento da renda do setor de forma geral.<\/p>\n<p>Ainda assim, o mercado passa por momento um pouco complicado. O pre\u00e7o do a\u00e7\u00facar no mercado internacional sofreu quedas recentes e o etanol continua com dificuldades de concorrer com a gasolina nos postos, em fun\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica do Governo de manuten\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do biocombust\u00edvel no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O setor tem expectativas positivas para 2013, j\u00e1 que \u00e9 esperado para meados do pr\u00f3ximo ano o retorno da mistura de 25% de etanol \u00e0 gasolina. H\u00e1 tamb\u00e9m a perspectiva de fim do congelamento de pre\u00e7os dos derivados de petr\u00f3leo, dado o comprometimento da rentabilidade e dos investimentos da Petrobr\u00e1s. Para o a\u00e7\u00facar, \u00e9 esperado retorno de crescimento dos pre\u00e7os, rompendo ciclo de queda dos \u00faltimos dois anos.<\/p>\n<p>| 2013<\/p>\n<p>O presidente da FAEMG, Roberto Sim\u00f5es, acredita que, no pr\u00f3ximo ano, o agroneg\u00f3cio deve manter a trajet\u00f3ria positiva dos \u00faltimos anos: \u201cO desempenho de cada produto est\u00e1 vinculado a uma s\u00e9rie de fatores, da crise mundial e as pol\u00edticas econ\u00f4micas aos fen\u00f4menos clim\u00e1ticos. De forma geral, esperamos outro ano igualmente bom, mas de muito mais estabilidade para a agricultura e a pecu\u00e1ria\u201d.<\/p>\n<p>Ele lembra ainda que o agroneg\u00f3cio tem sido, por muitas d\u00e9cadas, um dos mais fortes setores da economia, grande empregador de m\u00e3o de obra, grande contribuinte do PIB nacional e majoritariamente superavit\u00e1rio: \u201cO campo segurou a economia brasileira mais uma vez, e Minas vem se destacando\u201d.<\/p>\n<p>Para o coordenador da Assessoria T\u00e9cnica da FAEMG, Pierre Vilela, \u00e9 esperado que a crise econ\u00f4mica continue tendo reflexos no Brasil em 2013, com expectativa de baixo crescimento interno que, em 2012, j\u00e1 deixou muito a desejar. Para ele, \u00e9 fundamental que algumas pol\u00edticas sejam revistas. Vilela acredita que um dos alicerces mais falhos e que mais precisam de aperfei\u00e7oamento \u00e9 a pol\u00edtica de garantia de renda, que inclui o seguro rural e as ferramentas de mercado futuro: \u201cS\u00e3o suportes que de fato existem, mas s\u00e3o muito restritos, e precisariam de muito mais acessibilidade. \u00c9 preciso que o produtor possa depender menos do Governo e ter mais seguran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: FAEMG{jcomments on}<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A poucos dias do encerramento de 2012, a avalia\u00e7\u00e3o da FAEMG (Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Minas Gerais) sobre o ano que passou \u00e9 bastante positiva, com alta de 11,4% do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o do Estado, calculado em R$ 26,2 bilh\u00f5es. 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